Há 100 anos, o canadense William Osler, pai da clínica médica, observou: “há casos em que o paciente pode morrer da resposta do organismo, e não da infecção”.
Sua afirmativa fez-se realidade quando dos avanços das pesquisas e investigação da patogênese da sepse.
Deu-se com a identificação de mediadores inflamatórios liberados pela célula do hospedeiro quando do contato dos chamados “padrões moleculares” associado “a patógenos”; especificamente o TLR-4.
Sepse, 3ª edição nos oferece a atualização de todos os conhecimentos e que se espelham na sua moderna definição:
Disfunção orgânica grave do hospedeiro à infecção, potencialmente fatal. Causada por resposta inadequada ou desregulada do hospedeiro.